quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

As muitas e curiosas capas de “O Estranho Caso de Benjamin Button”

Quantos já escolheram um livro pela capa?
Quantos já compraram um livro depois de ficarem absolutamente fascinados pelo filme?
Quantos já leram um livro com medo de ficarem desiludidos com o filme?
Com a produção de um filme, reedita-se a obra a partir da qual este foi adaptado, o autor da mesma passa a ser conhecido, se até então não o era, e deixamos de ter dificuldade em encontrar o livro. Percorremos as estantes das livrarias com o olhar, até encontrar aquele que tem o cartaz do filme impresso na capa. Fácil.

Não podemos contudo avaliar a qualidade do conteúdo do livro apenas pelo grafismo da capa, mas é curioso observar como a apresentação da mesma pode influenciar o todo.
Vejamos o caso da obra de Scott Fitzgerald “O Estranho Caso de Benjamin Button”.

O conto é a história de um homem que começa ao contrário, nasce velho e vai rejuvenescendo. O livro é uma farsa humorística e irónica, o filme um drama romântico.
Um pouco por todo o lado foram publicadas várias edições da obra, umas mais atractivas que outras, todas tentando traduzir a expressão do livro.

Vejamos alguns exemplos que o site The Book Design Review fez questão de reunir:



E nós por cá:


Eu tinha ou não tinha razão?

2 comentários:

GONIO disse...

Há livros que se perdem quando passam a filme... Neste caso, tenho medo de perder o filme se ler o livro... Gostei tanto do filme, que já me é difícil ver alguns filmes. O critério de análise ficou muito elevado, próximo do sublime.

Quanto às capas deste livro, a minha preferida é a do canto inferior esquerdo: aquele relógio, aquelas "roldanas", aquele pó, transmitem uma espécie de mistério, de sedução pelo tempo...

Raffa disse...

Que engraçado. É mesmo assim. :)
Já me aconteceu tantas vezes o que referiu... Tal como ver um filme, gostar, depois ler o livro e já não gostar tanto. :/